
É estranho ficar inúmeros de segundos, parada olhando pra tela, pro “papel” em branco enquanto essa barra preta idiota fica piscando. Seria muito piegas falar pela milésima vez sobre amor? Paixão e esse besteirol todo de risos, encantamentos, choros, mágoas e términos? Sei lá. As vezes não basta querer escrever, sem acreditar no que põe sobre o papel.
E o que fazer quando se tem a vontade reprimida? Quando o que você mais quer está um pouco a frente de seus dedos e mesmo que com um pequeno salto você alcance.. Ainda assim não o tem? Ok, as musicas que ouço agora não contribuem muito para palavras positivas. Como já havia comentado em um outro texto qualquer, a musica tem um poder enorme sobre meu humor. E no agora ele não é o melhor.
Vez ou outra queria saber o que “ela” pensa, poder enxergar tudo com seus próprios olhos, sentir todas suas reações. Enfiar o “certo e o errado” lá no meio da bunda, e toda ética e conceitos que prezo na descarga.
É alucinante pensar em me perder em todo esse misto de vontades, do “querer” e sentir como se suas mãos fossem amarradas e sua voz... Calada.
É como correr contra o vento em busca do que você mais quer, e sentir que suas forças, na maioria das vezes, é em vão. Porque quem decide se vale a pena ou não, é o tempo, o universo, e com certeza o destino.
Sei lá, se não agora... Quem sabe no amanhã? Talvez.
Nenhum comentário:
Postar um comentário