sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010


Nunca uma saudade doeu tanto. Saudade daquilo que nunca se teve, que nunca se viveu, que nunca sequer... viu! E cair em mundo de imaginações, tornando a mente um refúgio momentâneo. Ainda que quando se possa fechar os olhos, posso viver e ser o que quero, ter e sentir o que anseio, planejar inconscientemente um momento fugaz daqueles simples onde um toque faz toda a diferença. Um toque. Faria diferença se você, é.. Você, se você soubesse que andei pensando em nós? Se eu falasse que passei a ter mil e um pretextos só pra ler mais uma milésima vez alguma frase ou palavra sua? Só pra poder... Me prender em algo que vem de você.

Você sabe dos meus medos? Não, talvez não. Ainda é cedo para dizer e descrever caminhos. Me vejo querendo saber sobre você, sobre suas manias, sobre seus sonhos, seus anseios, seus medos... Sobre seu passado, presente e seus planos.

E se eu quiser saber como pode adentrar toda minha fortaleza de racionalidade e por a baixo todas minhas proteções contra sentimentalismos? Como pôde, com toda essa força, entrar em minha vida? E de tal maneira que realmente, é difícil querer que você saia dela. Porque quanto mais te conheço, mais te quero.

Me cativas, me encanta, e você simplesmente sobressai diante meus olhos. Se destaca, como se eu pudesse te enxergar de uma maneira que ninguém pode. Única.

E se eu quiser a sua confiança? Se te pedir para acreditar em minhas palavras ao te prometer cumplicidade e sinceridade por todo esse caminho que talvez possamos traçar? Se eu te pedir, com toda força, para não me machucar? Para pensar antes de agir ou, antes de tudo, só me escutar?

Sei lá, um sinônimo de você? “Pensamento!”

Estou quebrando minhas regras, e você é a força motriz.

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