segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010


Morte. Adeus ou um até logo? Sei lá. Já não sei quantas drogas de vezes eu já tentei adiantar o processo e acabar comigo, as vezes por pura raiva, ou pra pagar pra ver o que se tem após morte, outras porque... Eu simplesmente não conseguia ver um motivo pra continuar vivendo. É burrice, eu sei. É o cumulo da cegueira, da idiotice, e do sem noção. Mas... É compreensível quando se tem essa vontade absurda. Eu pago pau mesmo pra quem se suicida. Pago pau pela coragem incrível de deixar a vida, deixar todas as oportunidades de ser feliz e de seguir. E condeno tanto por ser uma atitude tão covarde. As vezes prefiro pensar que há vidas, que você não acaba, só... Continua e continua sempre. Que mesmo inconsciente eu vou poder ter pessoas em minha vida para sempre. Seria acreditar no “pra sempre” mesmo. Penso que quando se acredita, tudo se faz possível, como a minha AGPP disse ao mundo! Tudo é possível, basta crer.

Aos que caem, não esperem mãos para ajudar ao se levantar. Aos que choram, sequem suas próprias lágrimas, porque o mundo anda egoísta demais para parar e secá-las por você. Não basta ter com quem contar, se não há vontade de vencer. A dor é passageira, mas o motivo de felicidade fica dentro de você, e isso nem o tempo pode tirar.

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